Famup projeta cenário positivo para 2026 e cobra regularidade na transferência de recursos aos municípios
O presidente da Federação das Associações dos Municípios da Paraíba (Famup), George Coelho comentou, nesta terça-feira (27), as expectativas do movimento municipalista para este ano, destacando a necessidade de ampliação e regularidade no repasse de recursos aos municípios paraibanos.
Segundo George Coelho, a entidade espera que o desempenho positivo do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) registrado no ano passado seja mantido em 2026, com perspectiva de crescimento. Para ele, mais do que evitar quedas, é fundamental garantir o fortalecimento financeiro das gestões municipais.
“Esperamos que esse ano de 2026 tenha, sim, uma boa perspectiva. Estamos aguardando a projeção de aumento do FPM. A gente espera que não caia e, acima de tudo, que tenhamos mais recursos para os municípios”, afirmou o presidente da Famup.
George também chamou atenção para a importância da transferência regular das emendas parlamentares, especialmente as de comissão, de bancada e as impositivas. De acordo com ele, a demora no repasse desses recursos ao longo de 2025 gerou impactos diretos na administração municipal.
“Acreditamos que esses recursos institucionais precisam ser transferidos de forma a atender os municípios. No ano passado, tivemos um custo muito grande e uma demora na liberação das emendas, o que prejudicou a administração das cidades”, destacou.
O presidente da Famup ressaltou ainda que a entidade tem intensificado a articulação com a bancada paraibana e com o movimento municipalista nacional para garantir maior previsibilidade e agilidade nos repasses. Como parte dessa mobilização, George Coelho confirmou a participação da Paraíba em um ato nacional em Brasília.
“Neste ano, estamos mais vigilantes junto com a bancada e com o movimento municipalista brasileiro. No dia 24 de fevereiro, teremos uma mobilização em Brasília para acompanhar de perto essas pautas e garantir que os municípios não sofram e recebam os valores devidos diretamente em suas contas”, concluiu.
Por: Napoleão Soares



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