Economia Criativa: Sala do Artesão de Monteiro movimenta mais de R$ 7 mil em três meses
Em apenas três meses de funcionamento, a Sala de Artesanato já demonstra seu potencial transformador: R$ 7.628,00 em movimentações financeiras e 35 artesãos beneficiados. Os números revelam mais do que estatísticas, evidenciam o valor crescente da economia criativa e a força do trabalho manual em uma sociedade cada vez mais automatizada.
A economia criativa representa um setor fundamental para o desenvolvimento local, gerando renda, preservando tradições e fortalecendo identidades culturais. Diferente da produção industrial em massa, o artesanato carrega consigo histórias, técnicas passadas de geração a geração e a marca única de quem cria. Cada peça feita à mão é irrepetível, possui alma e estabelece uma conexão genuína entre o artesão e quem adquire seu trabalho.
“O valor do “feito à mão” transcende o aspecto financeiro. Quando alguém compra uma peça artesanal, não está apenas adquirindo um produto, está valorizando horas de dedicação, conhecimento transmitido através de gerações. Sem esquecer a sustentabilidade de práticas que respeitam o meio ambiente. Em tempos de produção acelerada e descartável, o artesanato representa resistência, autenticidade e qualidade”, comentou o secretário de Cultura e Turismo, Nanido Cavalcante.
“Os 35 artesãos beneficiados pela sala encontraram não apenas um espaço físico para comercializar seus produtos, mas um ambiente de apoio mútuo, troca de experiências e visibilidade para seus talentos. A movimentação financeira de mais de sete mil reais em um trimestre comprova que há público interessado em consumir com consciência e apoiar a produção local”, informa a prefeita Ana Paula.
A iniciativa da prefeita Ana Paula também demonstra que investir na economia criativa é investir em pessoas, em cultura e no desenvolvimento sustentável das comunidades. Cada real movimentado se multiplica em dignidade, autonomia e valorização do saber fazer.



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