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Permanência de Djá Moura pode ser o caminho mais seguro para Marí

Permanência de Djá Moura pode ser o caminho mais seguro para Marí

Com o início do segundo ano do biênio 2025/2026 — e a expectativa da primeira sessão legislativa já nos próximos dias — começa também, de forma natural, a conversa sobre quem comandará a Câmara de Mari no período 2027/2028. E, nesse cenário, a possível reeleição de Djá Moura não surge como imposição, mas como consequência de um trabalho que construiu três bases claras: aceitação, organização e independência.

Primeiro, a aceitação. Djá conseguiu algo essencial em qualquer Câmara Municipal: manter diálogo civilizado com os colegas vereadores e, ao mesmo tempo, preservar uma imagem positiva fora do plenário. Quando há respeito interno e reconhecimento externo, o ambiente político tende a ser mais estável. E estabilidade, em tempos de tensão política, é ativo valioso.

Segundo, a gestão. A recuperação física da estrutura da Câmara não é apenas obra. É sinal de cuidado com o patrimônio público. Um prédio organizado, funcional e melhor estruturado transmite seriedade. Mostra que o Legislativo não está parado no tempo. Pode parecer simples, mas em cidades como Mari, isso faz diferença concreta na percepção da população.

O terceiro ponto é talvez o mais sensível: a autonomia do Legislativo. Durante as gestões de Alisson Gomes e Betinho Baltazar, havia a percepção de que a Câmara tinha menos protagonismo. Djá construiu sua marca política justamente na ideia de que o Legislativo voltou a ter voz própria, com decisões menos dependentes de influências externas.

E autonomia não é discurso abstrato. É a capacidade de decidir, pautar e se posicionar sem subordinação automática.

Por isso, a discussão sobre 2027/2028 não é apenas sobre quem ocupa a cadeira da presidência. É sobre manter um modelo que, até aqui, entregou estabilidade política, melhoria administrativa e fortalecimento institucional.

Trocar por trocar pode gerar incerteza. Manter, quando há resultados, pode ser sinal de maturidade política.

Se os três pilares seguirem firmes — diálogo, organização e independência — a permanência de Djá Moura tende a ser vista menos como projeto pessoal e mais como continuidade de um ciclo que ainda encontra respaldo dentro e fora da Câmara.

Com OPINIÃO Paraíba 2.0 no instagram

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