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Ministério Público da PB instaura inquérito para investigar suposto superfaturamento em contrato da Prefeitura de Lucena

Ministério Público da PB instaura inquérito para investigar suposto superfaturamento em contrato da Prefeitura de Lucena

O Ministério Público da Paraíba (MPPB) instaurou nesta quarta-feira (1º) um inquérito civil para aprofundar a investigação sobre supostas irregularidades na contratação de serviços de limpeza de fossas sépticas pela Prefeitura de Lucena. A apuração envolve suspeita de superfaturamento e possível violação aos princípios da economicidade, moralidade e eficiência administrativa. O ClickPB teve acesso ao documento.

De acordo com a portaria assinada pelo promotor de Justiça Ronaldo José Guerra, da 4ª Promotoria de Justiça de Cabedelo, o inquérito civil é um desdobramento de um procedimento preparatório instaurado para apurar a contratação realizada pela Prefeitura de Lucena. Segundo o Ministério Público, a medida foi adotada diante da necessidade de aprofundar as investigações e ampliar as diligências sobre o caso.

Ainda conforme o documento ao qual o ClickPB teve acesso, durante a fase inicial da investigação foram expedidas requisições ao prefeito de Lucena, Leo Bandeira, e à Procuradoria-Geral do Município para que apresentassem toda a documentação referente ao contrato investigado. No entanto, o Ministério Público afirma que, mesmo após o comprovado recebimento dos expedientes e da reiteração dos pedidos, não houve envio das informações solicitadas.

Na portaria, o promotor destaca que a ausência de resposta às requisições ministeriais constitui circunstância suficiente para justificar o aprofundamento das investigações. O objetivo, segundo o documento, é realizar uma análise técnica da contratação e verificar a existência de eventual dano ao erário, além de identificar possíveis responsabilidades.

Com a instauração do inquérito civil, o Ministério Público determinou a reiteração das requisições encaminhadas anteriormente à Prefeitura de Lucena e à Procuradoria-Geral do Município. A gestão municipal terá um prazo de 10 dias para apresentar integralmente a documentação solicitada sobre a contratação investigada.

O documento também estabelece que o descumprimento injustificado das requisições ministeriais poderá resultar na adoção de medidas judiciais cabíveis, incluindo busca e apreensão de documentos, eventual responsabilização por ato de improbidade administrativa e apuração na esfera criminal.

Com a instauração do inquérito civil, o Ministério Público determinou a reiteração das requisições encaminhadas anteriormente à Prefeitura de Lucena e à Procuradoria-Geral do Município. A gestão municipal terá um prazo de 10 dias para apresentar integralmente a documentação solicitada sobre a contratação investigada.

O documento também estabelece que o descumprimento injustificado das requisições ministeriais poderá resultar na adoção de medidas judiciais cabíveis, incluindo busca e apreensão de documentos, eventual responsabilização por ato de improbidade administrativa e apuração na esfera criminal.

Após o término do prazo ou o recebimento da documentação, os autos retornarão à Promotoria de Justiça para nova deliberação. Entre as medidas que poderão ser adotadas estão a realização de auditoria técnica sobre a contratação e o eventual encaminhamento de peças ao Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB), caso isso seja considerado necessário para o prosseguimento das investigações.

O espaço fica aberto para manifestação da Prefeitura de Lucena e do prefeito Leo Bandeira.

Com informações Fonte83

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