Em coletiva, Bruno defende necessidade de exonerações em Campina Grande; confira pontos

Paraíba

O prefeito de Campina Grande, Bruno Cunha Lima (PSD), defendeu hoje a necessidade das medidas adotadas e anunciadas na última sexta-feira à noite, quando foram exoneradas a quase totalidade dos servidores comissionados e dispensados prestadores de serviço do município.

Abaixo seguem alguns pontos defendidos pelo prefeito. 

Na prefeitura, apenas vinculados por contratos de excepcional interesse público, são mais de 9 mil. Além de 400 cargos em comissão.

O município foi alertado pelo TCE sobre o descumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF). Conforme o documento, o município 59,21% com gastos em pessoal, enquanto o índice máximo é de 54%.

Dever de casa e crise

“Precisamos fazer nosso dever de casa e resolver parte dos problemas. Todo o resto que for ouvido é picuinha. Essas medidas têm o objetivo de preservar o trabalho das pessoas, garantir a conclusão das obras”.

“É muita hipocrisia. A crise é a mesma que afeta os estados e municípios. A diferença é que estamos tendo coragem de tirar gratificações, diminuir despesas do poder público, enquanto em outros locais, como no Governo do Estado, decidiu-se aumentar a alíquota do ICMS”.

Críticas da oposição

“Existe gente que faz oposição preocupada no quanto pior melhor. Com esses quem vai tratar é a história. Tem gente que é muito bom de fala, mas muito ruim de fazer. Algumas dessas que falam muito, tem pouca coisa para mostrar”.

Redução de gastos

“Um levantamento mostra que com a redução de gratificações, assessores, diárias… teremos uma diminuição de 1,5 milhão”.

Recomposição do FPM

“Espero que aconteça. São pouquíssimos os municípios que conseguem sobreviver sem depender de recursos do FPM. Todos dependem de entregar serviços públicos daquilo que é repassado”.

Jornal da Paraíba

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