Fábio Rolim convida população para debate sobre violência contra a mulher em Caldas Brandão
O município de Caldas Brandão se prepara para receber, nesta quinta-feira (27), um encontro voltado à conscientização e ao enfrentamento da violência contra a mulher. A iniciativa, que integra as ações do Agosto Lilás, contará com a participação da primeira-dama do Estado, Camila Mariz, e da advogada Carla Felinto.
O convite foi feito na noite da última terça-feira (25) pelo prefeito de Caldas Brandão, Fábio Rolim, por meio das redes sociais oficiais do município. Na mensagem, o gestor destacou a importância da participação da população e fez um chamado especial aos homens para que também estejam presentes no momento de diálogo e reflexão.
A proposta do encontro é promover uma conversa aberta sobre uma questão que ultrapassa os limites das famílias e exige o envolvimento de toda a sociedade: a violência contra a mulher. O debate também deverá abordar a necessidade de fortalecer as ações de prevenção e combate ao feminicídio.
Mais do que uma mobilização simbólica, o evento pretende criar um espaço de escuta, conscientização e diálogo, reforçando a importância da participação de homens e mulheres na construção de uma sociedade mais segura e livre da violência de gênero.
Estrutura:
Uma estrutura especial está sendo montada em frente à Igreja Católica, no distrito de Cajá, para receber as autoridades convidadas e a população. A organização prepara o espaço para garantir as condições necessárias à realização do encontro, que deverá reunir moradores e representantes de diferentes segmentos da comunidade.
O evento é promovido pela Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Cidadania, em parceria com a Coordenadoria da Mulher, dentro da programação do Agosto Lilás.
Serviço:
Evento: Encontro em alusão ao Agosto Lilás
Data: Quinta-feira, 27 de agosto
Horário: 14h
Local: Em frente à Igreja Católica, distrito de Cajá, Caldas Brandão
Participações: Camila Mariz e advogada Carla Felinto
A mobilização reforça a necessidade de transformar o enfrentamento à violência contra a mulher em uma responsabilidade coletiva, ampliando o debate, fortalecendo a prevenção e estimulando a sociedade a não silenciar diante de situações de violência.



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